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  • Fim da Nota Carioca: Entenda a obrigatoriedade da migração

    Fim da Nota Carioca: Entenda a obrigatoriedade da migração

    Se você é prestador de serviços no Rio de Janeiro, deve ter notado que o sistema da Nota Carioca mudou drasticamente ou parou de aceitar certos tipos de emissão em lote. Isso não é um erro do sistema, mas sim uma mudança legislativa obrigatória.

    Desde setembro de 2023, entrou em vigor a obrigatoriedade da adesão ao Padrão Nacional de Emissão de Notas Fiscais de Serviço (NFS-e), gerenciado pelo Governo Federal através do portal Gov.br.

    O que muda na prática?

    Antigamente, cada prefeitura tinha seu “idioma”. O Rio de Janeiro usava um layout de arquivo (TXT Posicional) e códigos de serviço específicos (como o 07.02.01). Agora, a Receita Federal unificou tudo no padrão ADN (Assinatura Digital Nacional).

    Para quem emite nota manualmente (uma por uma), basta acessar o novo portal. Mas o problema é para quem usa sistemas de gestão (ERPs) antigos.

    O Problema dos Sistemas Antigos

    A maioria dos softwares de gestão usados por empresas cariocas foi programada para gerar aquele arquivo TXT simples da Nota Carioca. O novo sistema nacional não aceita esse formato. Ele exige um arquivo XML complexo, baseado no padrão ABRASF.

    Como resolver sem trocar de sistema?

    Você não precisa contratar um programador ou trocar todo o seu ERP. A solução mais rápida é utilizar um Conversor de Layout.

    Nossa ferramenta gratuita, o Conversor Nota Rio, atua exatamente nessa ponte:

    1. Ele lê o arquivo antigo que seu sistema já gera.
    2. Identifica as notas, valores e tomadores.
    3. Reescreve tudo no novo formato XML Nacional.

    Clique aqui para acessar o Conversor Gratuito e regularize suas emissões hoje mesmo.

  • Como resolver erro “Arquivo Inválido” no Gov.br

    Como resolver erro “Arquivo Inválido” no Gov.br

    Ao tentar subir um lote de RPS (Recibo Provisório de Serviços) no novo Portal Nacional da NFS-e, muitos contadores se deparam com mensagens frustrantes como “Arquivo fora do padrão XML” ou “CNPJ do prestador diverge do cabeçalho”.

    Entenda por que isso acontece e como resolver em 3 passos.

    Por que o erro acontece?

    Diferente do site da Nota Carioca, onde o simples fato de você estar logado já identificava sua empresa, o arquivo XML Nacional precisa ser “auto-suficiente”.

    Isso significa que, dentro do código do arquivo, é obrigatório existir uma “Assinatura Digital” (Tag <Prestador>) contendo:

    • O CNPJ do Emissor;
    • A Inscrição Municipal;
    • O Código do Município (IBGE).

    Se você tentar subir um arquivo antigo ou mal formatado que não tenha esses dados dentro dele, o sistema do governo rejeita o arquivo por segurança, pois não sabe quem é o “dono” daquelas notas.

    A Solução Definitiva

    Para corrigir isso, você não deve tentar editar o código do arquivo manualmente (o que pode causar erros de sintaxe).

    Utilize nosso Conversor Online:

    1. Acesse a página inicial.
    2. Preencha seu CNPJ e Inscrição Municipal nos campos indicados.
    3. Arraste seu arquivo antigo.

    Nossa ferramenta vai “injetar” esses dados automaticamente no cabeçalho do arquivo novo, garantindo que o Gov.br aceite o lote de primeira.

    Ir para a Ferramenta de Conversão

  • O que é o Padrão ADN (ABRASF) e a LC 116?

    O que é o Padrão ADN (ABRASF) e a LC 116?

    Se você começou a emitir notas pelo sistema nacional, deve ter percebido que os códigos de serviço mudaram. O antigo código que você usava na Nota Carioca não existe mais no novo portal. Por que isso aconteceu?

    A Lei Complementar 116 (LC 116)

    O novo Padrão Nacional segue estritamente a lista de serviços da Lei Complementar 116/2003. O objetivo é acabar com a confusão onde cada cidade inventava um código diferente para o mesmo serviço.

    Por exemplo:

    • No Rio (Antigo): O código poderia ser algo como 12.34.
    • No Nacional (Novo): O código deve seguir o formato 17.06 (Propaganda e Publicidade, por exemplo).

    O Padrão ADN

    A sigla ADN significa Assinatura Digital Nacional. É o protocolo técnico que garante que uma nota emitida no Rio de Janeiro seja válida e legível por uma empresa que a recebe lá no Amazonas.

    Para o prestador de serviço, a maior vantagem do ADN é a Unificação. Uma vez que seu sistema esteja gerando o XML nesse padrão, você pode emitir notas para qualquer prefeitura do Brasil que aderiu ao sistema, sem precisar mudar de layout.

    Precisa de ajuda com a conversão?

    Se você ainda tem arquivos no formato antigo e não sabe qual código usar, nossa ferramenta faz a tradução automática do formato técnico para você não perder tempo com manuais de integração.

    Acesse o Conversor Nota Rio

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